Destaque

Um ano de existência… A year of existence…

Um ano já…! Passa bem rápido, passa bem devagar… tudo depende da perspectiva né?! afinal de contas nada melhor que esses momentos de pausa e reflexão para ver como o tempo é relativo…

Há um ano surgiu a oportunidade de ‘abrir’ este lindo espaço para que eu pudesse facilitar de alguma forma a conexão de pessoas consigo mesmas e com os outros, e te digo que nada poderia ser melhor e mais gratificante…

Cada um é único e especial a seu modo e é absolutamente incrível compartilhar carinho, cuidado, amor e vida!! Gostaria de agradecer com todo o coração aos que acreditaram nisso e embarcaram junto nessa jornada. Gratidão hoje e sempre!!

E com isso, venho dizer que a partir de março teremos novos horários para prática de Yoga, em pequenos grupos como já ocorre.

Os horários novos são:

Segundas e quartas: de 8h às 9:10 e de 11:30 às 12:30

Sextas: de 11:30 às 12:30

Se tiver interesse, entre em contato! Se tiver algum conhecido(a) que tenha interesse, compartilhe o link com ele(a)!

Muito obrigada e tenham um lindo início de semana!

Amor e Luz, sempre!

Tati

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A year already…! Time goes by fast, slow… that depends on the way you look at it, doesn’t it? Anyways, nothing better than these moments of pause and reflexion to realize how time is relative…

A year ago I had the opportunity of ‘opening’ this beautiful place so I could be able to facilitate somehow people’s connection with themselves and also with others, and I can tell you: nothing could be better nor as much gratifying as it is…

Each person is unique and special in their own way and it’s absolutely incredible to share care, love and life!! I would like to thank you with all my heart each one of you who believed in this and came together in this journey. Gratitude, today and ever!!

And after saying this, I want to tell you that from March on we will have new Yoga classes!

Mondays and Wednesdays: from 8 am to 9:10 am and from 11:30 am to 12:30pm

Fridays: from 11:30 to 12:30

If you’re interested get in contact! If you have any friends who may be interested, share this link with them!

Thank you so much and have a beautiful week beginning!

Love and Light, always!

Tati

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Thank You 2017! / Obrigada 2017!

Dear Year 2017, thank you very much!! For everything!!

You showed me how much we still have to learn to be Humans and to live in a more harmonious way with one another; and that it’s essential to look at ourselves before pointing the ‘bad things’ we see in others, because, in a way, the ‘bad things’ we point reflects what might be inside of ourselves… You showed me with tremendous intensity how we insist in making mistakes when we don’t accept others because of physical differences, for thinking different, for choosing different and consequently reacting with the hatred that generated, and still generates, so many wars that kill millions around the world (killing physically and emotionally)… You showed me that man’s greed keeps thirsty, and blind, making ‘him’ unable to see an inch forward, even when the eyes and organ of sight are perfectly working, and to realize the pulsating life in others identical to his own; and for that same reason neglect (and mistreat) so many in the search for power… You made me even more convinced that, as everything in this world changes, we must have courage to transform ourselves if we want the world to change… You confirmed to me what I already believed, that examples, attitudes and presence are way more important than beautiful and well structured speeches or gifts/ presents given to compensate absence… You showed me how inflamed passion blinds people and make them react unreasonably, aggressively, what ends up generating even more reactive behavior, and worse, more violent…

But, it’s essential to say that you also allowed me to see that, in this period of major automatism and numbness we find ourselves in, there are beautiful and kind human beings awakening for what really matters, and THAT was one of biggest gifts I could have received! That despite the hatred we see being spread in prejudiced political and social issues, people are beginning to unite and are trying to start a new model of coexistence… You brought special people into my life who taught me incredible lessons… Some of them I’m sure will follow their journeys close to me, others, I know, will move away in their own ways, because everyone lives their own journey and story… and it’s okay 😉 …Everything is perfectly fine!!! We’ve got a lot to do in 2018, and that’s it, living is that: to relate, to learn, to teach, to transform, to unite, to hug, to cry, to smile…truly…and responsibly, as we are responsible for ourselves and everything we do… The change begins in me…always! So 2017, again, thank you very much, I say goodbye now though. 2018, I’m ready, you can come!

LOVE, PEACE and LIGHT to all, wherever you are!!!

💜💚❤️💙💛
Happy 2018!! Kiss on the heart 😘☮️

Tati

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Querido ano de 2017, muito obrigada!! Por tudo!!

Você me mostrou o quanto ainda temos que aprender para sermos Humanos e convivermos de forma mais harmônica uns com os outros; e que para isso é essencial olharmos para nós mesmos antes de apontarmos o que de ruim vemos nos outros, porque de alguma forma o ‘ruim’ que apontamos reverbera em nós mesmos… você me mostrou com intensidade tremenda como a gente continua persistindo no erro quando não aceitamos o outro por ele ser diferente fisicamente, por pensar diferente, por escolher diferente e assim, reagindo com o ódio que gerou, e ainda gera, tantas guerras que matam milhões mundo afora (matam fisicamente e emocionalmente)… você me mostrou que a ganância do Homem permanece sedenta, e cega, sem que ele consiga ver um palmo à frente, mesmo quando o órgão da visão funciona com perfeição, quem dirá enxergar no outro a vida pulsante que há também dentro de si, de maneira idêntica; e exatamente por isso negligencie (e maltrate) tantos na busca por poder… você me fez ter ainda mais certeza de que, como tudo nesse mundo se transforma, temos que ter coragem de transformarmos a nós mesmos se quisermos que o mundo se modifique… você me confirmou aquilo em que eu já acreditava, que exemplos, atitudes e presença são muito mais importantes que discursos bonitos e bem estruturados ou presentes dados para compensar ausência… me mostrou o quanto a paixão inflamada cega pessoas e as faz agir de forma reativa, agressiva, o que acaba por gerar ainda mais comportamento reativo, e pior, mais violento…

Mas, é essencial dizer também que você me permitiu ver que, no momento de maior automatismo e entorpecimento em que nos encontramos, existem seres humanos lindos e bondosos despertando para o que realmente importa, e isso foi um dos maiores presentes que eu poderia ter recebido! Que apesar do ódio que vemos disseminar-se em questões políticas e sociais preconceituosas, pessoas começam a se unir e tentam iniciar um novo modelo de convivência: de viver com, de viver junto… 
Você trouxe pessoas especiais para meu convívio íntimo e que me revelaram ensinamentos incríveis… algumas tenho certeza que seguirão suas jornadas bem pertinho, outras sei que se afastarão, porque cada um vive seu próprio caminho e história… e nada… está tudo bem!!!
Tem muito a ser feito em 2018, mas é isso aí, viver é isso: é se relacionar, é aprender, é ensinar, é se transformar, citando Raul, é se ‘metamorfosear’, é se unir, é se abraçar…de verdade… e com responsabilidade, pois somos responsáveis por nós mesmos… 
A transformação começa em mim…sempre! 
Então 2017, me despeço aqui. 
2018, tô pronta, pode vir!

AMOR, PAZ e LUZ pro mundo inteiro, onde quer que estejam!!!

💜💚❤️💙💛
Feliz 2018!! 
Beijo no heart 😘☮️

Tati

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Boas Festas / Happy Holidays

Oi Queridxs!

Gostaria de desejar, sincera e carinhosamente, um ótimo período de festas! Que o Natal seja de União, Reconciliação e Amor, que as experiências de 2017 nos sirvam de suporte para um 2018 de realizações, transformações e muitas lindezas!! Que nós sejamos novos para 2018!!!

Beijinho no heart! 😘

(I’d like to wish you, who is very important to me…

Merry Christmas and a 2018 full of Live and Light!!

Peace, peace, peace!)

🌸🌸🌸

Hey y’all Lovely people!

I’d like to wish you all, sincerely and lovingly, Happy Holidays! May Christmas be of union, reconciliation and Love, may we learn from the experiences lived in 2017 so they support us for a 2018 full of changing, transformation and beauties!!! May we be New for 2018!! Kiss on the heart! 😘

Tati

A idealização do ‘Feliz’/ The idealization of ‘happy’

Mais uma vez estou postando um texto que apreciei ler, porque me faz refletir e ser mais consciente sobre minha vida e existência. Nesses tempos em que vivemos, algumas pessoas acham que outras são fracas pelo jeito como sentem, expressam ou falam sobre suas emoções, porque não pessoas felizes, ou não fingem ser… alguns até rejeitam pessoas por serem ‘tristes’ ou ‘fracas’… Mas eu acredito que viver desta forma, e não entrar em contato com o que sentimos não é o melhor caminho… mas enfim…

As pessoas mais fortes que conheço sentem o que tem que sentir, entendem o que sentem, aceitam ou resolvem e seguem em frente, mais maduras, leves e brilhantes que antes…. São pessoas Felizes embora possam não estar felizes o tempo todo! ❤

Amor e Luz para todos! ❤

Tati

 

Essas são pequenas e lindas hashtags.

Elas ficam super fofas nas nossas páginas espirituais nas mídias sociais. Essas também são palavras da moda: palavras-chave. Palavras que são fáceis de apertar num teclado. Estamos jogando elas por aí agora, e pessoas ‘gostam’ e as ‘seguem’. Isso nos faz sentir muito bem por um momento, quando auto-proclamamos o quão felizes somos ou quão autênticos ou vulneráveis.

Mas somos? Sabemos o que realmente significa ser vulnerável? Sabemos que está tudo bem em não estar bem? Que a escuridão que sentimos de tempos em tempos é tão importante quanto os momentos de alegria? Que uma emoção não é mais importante que outra? Que na real, não podemos escolher como vamos sentir – só podemos observar e escolher como responderemos?

Nós não sabemos isso. Achamos que somente a ‘felicidade’ é importante. Nós podemos escolher se seremos reativos ou não. Essa parte é a escolha. Alegria e tristeza surgem dentro sem escolha. Ambas as emoções são importantes de serem sentidas. É o claro e o escuro, o yin and yang. Nós só valorizamos a ‘felicidade’ em nossa cultura. Não valorizamos todas as outras emoções normais que são, inegavelmente, parte de ser humano. Felicidade é a mais segura de se sentir. Mas deveríamos, de verdade, dar valor e experimentar todos os sentimentos.

Há também a idealização da paz interior na comunidade espiritual das mídias sociais. Existe o conceito de somente permitir pessoas felizes em nossa vida, mantendo a paz interna. Manifestar amor, manifestar abundância. Ser positivo. Mentalidade positiva. Escolher como você sente. Eu tenho visto muitos, “Independente se são pessoas, trabalhos, ou circunstâncias, se não está servindo você, deixa para lá.”

Tudo que acontece está nos servindo.

Eu entendo o conceito. Há partes que soam verdadeiras. Eu tive que afastar muitas pessoas tóxicas da minha vida. Pessoas que estavam tentanto me machucar porque elas estavam machucadas. Pessoas que estavam me machucando indiretamente, mesmo que não fosse a intenção. Estas são pessoas que não estão cientes/conscientes das suas emoções, ou do impacto das reações que têm aos seus sentimentos. São pessoas que não estão ‘crescendo’. Eu concordo, às vezes precisamos desapegar.

Há uma diferença entre desapegar dessas pessoas e deixar para lá qualquer um que sintam outras emoções que não seja ‘estar feliz’. Podemos sempre trabalhar para vibrar emu ma frequência mais elevada para que mais ‘bem’ possam fluir em nossas vidas. Percebemos que a energia que emitimos volta para nós. Sou a favor de trabalhar para encontrar a paz interior, sendo cuidadosa para que minhas palavras e pensamentos sejam positivos – redirecionando meus pensamentos com afirmações de centramento, perdão, amor, felicidade, e as lindas e brilhantes fotos perfeitas na praia que chamamos de ‘espiritual’ no Instagram. Eu não estou dizendo que sentir-se bem não é algo bom!

No entanto, tendemos a idealizar somente a felicidade. Achamos que se não formos ‘felizes’ o tempo todo, estamos fazendo algo errado. Estamos sempre caçando ‘felicidade’. Mas adivinha quem vai continuar batendo na sua porta? A Tristeza. Porque a tristeza precisa ser perseguida e escolhida de tempos em tempos também. A tristeza é parte da equação. A tristeza é tão importante quanto. Por causa desta idealização da felicidade, muitos auto-proclamados gurus espirituais e líderes motivacionais estão dizendo, “Afaste tudo que não te traga paz.”

Sabe o que realmente traz paz? Ser capaz de lidar com momentos de raiva, tristeza, desespero, medo, ódio e ciúme/inveja. Essas emoções normais e humanas que tentamos evitar sentir – os sentimentos dos quais fugimos, e , por isso, criamos vícios que ajudem a evitar sentí-los.

Lidar com essas emoções – sem que as pessoas desistam de você por tê-las – esse é o verdadeiro caminho! Isso é o que significa permitir a vulnerabilidade. Sentir o que precisamos sentir a cada momento, sem temer que isso não seja ‘feliz o suficiente’ ou ‘em paz o suficiente’ ou ‘bom o suficiente’ ou positivo o suficiente’ e, por esse motivo, não manifestaremos as melhores coisas na vida. Temos medo de não ‘espirituais’ o suficiente – que nossa paz interna nunca possa ser abalada porque se for, significa que falhamos de alguma forma.

Nós manifestamos as melhores coisas na vida ao fazer o difícil trabalho de nos permitir sentir o que quer que precisemos sentir, e não fugir dessas complexas e, às vezes, sombrias, emoções. Ao contrário, sentamos com elas e observamos o que sentimos, nos permitindo sentí-las, mesmo que esses sentimentos suguem ou machuquem – permitindo-nos sentir as emoções que são associadas a negatividade, como raiva e ressentimento. Nós manifestamos as melhores coisas quando damos às pessoas de nossa vida espaço para que sintam o que quer que precisem sentir, mesmo que isso perturbe nossa paz interna temporariamente.

Sendo humanos, não podemos evitar sempre a escuridão que quer fluir de dentro de tempos em tempos. Permitir essa escuridão, permite mais luz e amor e bondade. Em vez de fugir das pessoas que estão se sentindo tristes, para que possamos ficar em nossa ‘posicão de felizes sempre’, que tal tentar sentar e sentir com elas? Que tal criar espaço para elas? É nesses momentos que encontramos Felicidade. É nesses moementos que vibramos mais alto e atraímos mais. Esse é o jeito de viver grande, viver alto, vibrar mais alto, ser autêntico, estar no momento, curar, elevar-se, crescer, empoderar(-se), evoluir e todas essa palavras-chave que gostamos de jogar por aí. Esse é o caminho!

Não podemos forçar nossa própria felicidade, ou escolhê-la todo dia. Só podemos ser observadores de nossos sentimentos, e escolher como (re)agir. Existe uma diferença. Como (re)agimos aos nosso sentimentos é nosso caminho para o crescimento. Ser capaz de sentir o que precisamos sentir e então deixar ir/desapegar é o caminho para amadurecer.

Ser gentil e amorosxs conosco e com os outros, independente das emoções que estejam sendo sentidas – sem tentar consertar, sem abandonar. Sentimentos não são bons nem maus, certos ou errados. Eles simplesmente são. Nossas consciência e (re)ações a eles determina nosso nível de felicidade e maturidade. Isso é mentalidade positiva. A Felicidade está na Tristeza. A Tristeza está na Felicidade.

~

Author: Kathryn Kos   (traduzido por mim) ❤

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(when all you have are stones, throw the first flower…)

Once more I’m posting a text I appreciated reading, because it makes me think and be more mindful about my own life and existence. In these times we are living in, some people take others for weak because of how they feel, express or talk about emotions, because they are not happy people, or they don’t pretend to be… some might even reject people for being ‘sad’ or ‘weak’…But I believe living this way, and not getting in touch with what we feel isn’t the best way…but anyways…

The strongest people I know feel what they have to feel, understand it, accept it or overcome it and move on more mature, lighter and shinier than before…. They are happy people although they might not feel happy the whole time! ❤

Love and Light to all ya! ❤

Tati

These are all beautiful little hashtags.

They look super cute on our super spiritual social media pages. These are also trendy words: Buzzwords. Words that are easy to punch into a keyboard. We’re throwing them around now, and people “like” and “follow” these words. It makes us feel really good for a moment, when we can self-proclaim how happy we are, or how authentic and vulnerable we are.

But are we? Do we really know what it means to be vulnerable?

Do we know that it’s okay to not be okay? That the darkness we feel from time to time is just as important as the moments of happiness? That one emotion is not more important than another? That we can’t really choose how we are going to feel—we can only observe, and choose how we will respond?

We don’t know this. We think only happiness is important.

We can choose if we are going to be reactive or not. This part is the choice. Happiness and sadness flow in without choice. Both of these emotions are important to feel. It’s the light and dark, the ying and yang. We just value happiness as a culture. We don’t value all the other very normal emotions that are an undeniably part of being human. Happiness is the safest one to feel. But we really should be valuing and experiencing all feelings.

There is also the idealization in the spiritual social media community of inner peace. There is this concept of only allowing happy people in your life, keeping inner peace. Manifesting love, manifesting abundance. Being positive. Positive mindset. Choosing how you feel. I’ve seen a lot of, “Whether it’s people, jobs, or circumstances, if it isn’t serving you, let it go.”

Everything that happens is serving us.

I get the concept. There are parts that ring true. I have had to close out many toxic people from my life. People who were trying to hurt me, because they were hurting. People who were hurting me indirectly, even though it wasn’t their intent. These are the people that are not aware of their emotions, or the impact of the reactions they have to their feelings. These are the people who aren’t growing. I agree, sometimes we need to let go.

There is a difference between letting go of these people, and letting go of anyone who feels emotions other than being happy. We can always work to vibrate at a higher frequency so more goodness can flow into our lives. We realize that the energy we put out there, comes back to us. I’m all about working on finding that inner peace, being careful that my wording and thoughts are positive—rewiring my thinking with affirmations, grounding, and forgiveness, and love, and happiness, and the shiny, sparkly Instagram beach picture perfection that we call “spiritual.” I’m not saying that feeling good is not a good thing!

However, we tend to idealize only happiness. We think if we aren’t happy all the time, we are doing something wrong. We are always chasing after happiness. But guess who is going to keep knocking on your door? Sadness. Because sadness needs to be chased and chosen from time to time too. Sadness is part of the equation. Sadness is just as important. Because of this idealization of happiness, many self-proclaimed spiritual gurus and motivational leaders are saying, “Close out anything that doesn’t bring you peace.”

You know what really brings us peace? Being able to work through moments of anger, sadness, despair, fear, hate, and jealousy. These normal, human emotions that we try to avoid ever feeling—the feelings that we run away from, and, therefore, form addictions in order to avoid feeling them.

 

Working through these emotions—without people giving up on you for having them—that is the true path! This is what it means to allow for vulnerability. Feeling what it is we need to feel at each and every moment, without fearing that it isn’t “happy enough” or “peaceful enough” or “good enough” or “positive enough” and, therefore, we are not going to manifest the best things in life. We fear that we won’t be spiritual enough—that our inner peace can never be shaken because if it is, we have somehow failed.

We manifest the best things in life by doing the hard work of allowing ourselves to feel whatever it is we need to feel, and not running away from these complex and, sometimes dark, emotions. Rather, we sit with them and observe what we are feeling, allowing ourselves to feel them, even if those feelings suck or hurt—allowing ourselves to feel the emotions that are associated with negativity, like anger and resentment.

We manifest the best things when we give people in our lives space to feel what it is they need to feel, even if it disturbs our inner peace temporarily.

Being human, we can’t always avoid the darkness that wants to flow in from time to time. Allowing for that darkness, allows for more light, and love, and goodness. Instead of running away from people who are feeling sad, so we can stay in our “always happy place,” how about we try to sit and feel with them? How about we hold some space for them?

It’s in these moments that we find happiness. It’s in these moments that we vibrate higher, and attract more. This is the way to living large, living loud, vibrating higher, being authentic, being in the moment, healing, elevating, growing, empowering, evolving, and all those other buzzwords we like to toss around. This is the way!

We can’t force our own happiness, or choose it every day. We can only be an observer of our feelings, and choose how we react. There is a difference. How we react to our feelings is our path to growing. Being able to feel what we need to feel, and then let go is the path to growing. To be gentle and loving with ourselves and others, regardless of the emotions that are being felt—without trying to fix, without abandoning.

Feelings are not good or bad, right or wrong. They just are. Our awareness and reactions to these feelings determines our level of happiness and growth. That’s positive mindset.

Happiness is in sadness. Sadness is in happiness.

~

Author: Kathryn Kos

Don’t judge a book by its cover!…you might miss the whole thing. / Não julgue o livro pela capa!… você pode perder o todo.

If there’s one thing I like doing is observing: behaviors, attitudes (mine and others’), the flow of life… And it seems more and more apparent the craziness in what we put ourselves in…

Nowadays everything happens in such a fast way, in the name of progress and technological innovation, that everything becomes obsolete very quickly, and disposable with such speed that frightens me… And it seems that, following that same idea, people don’t give time for things to happen anymore, time to know them, to experience them really… ‘Everything is for yesterday’, and if it doesn’t match/work on the first impression, it’s of no use, no good… Just like a child trying some food for the first time?! He/she didn’t even feel the taste of it but says ‘I didn’t like it!’?! Lots of judgment all at once…

And the part that scares me even more is that this treatment mode seems to have been extended to people’s relationships, people treating people as things, based on their utility or on the immediate benefits they can provide… This is sad….

Really sad…

I kept this in my head for a while, I was analyzing ideas. But then I threw it to my heart because it ALWAYS gives a beautiful and loving touch in everything… I realized that I was also making a judgment… It’s really hard, not to judge! It’s a daily, constant practice which gives me (us) a lot of work but that is WORTHY, at least for me. 😉

It becomes easier to understand others and see that each one gives/offers what one can – it’s hard to know based on what fears, traumas, insecurities, etc, the other is acting…(although it’s not cool to use these emotions as excuses for the actions and to become the eternal victim neither)… It gives possibilities! Possibility of, maybe, when each of us realize what we are giving/offering (or receiving), we’ll be able to give something better to others, but not only, to ourselves too!!.. My parents and grandparents used to say that we receive what we give, or we reap what we sow… What flowers are we gonna plant today?!

I love LOVE flower!! ❤

Love and Light to all, wherever you are!!

Kiss on the heart!

Tati

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Observe and see what IS… Observe e veja o que É…

Se tem uma coisa que gosto de fazer é observar: comportamentos, atitudes (minhas e dos demais), o fluir da vida… E parece cada vez mais evidente a loucura em que nos metemos…

Hoje em dia tudo ocorre tão rápido, em nome do progresso e das inovações tecnológicas, que tudo se torna ultrapassado muito depressa, e descartável com uma rapidez que me assusta… E parece que, seguindo essa mesma ideia, pessoas já não dão tempo para as coisas acontecerem, tempo de conhecê-las, experimentar de fato… Tudo é para ontem, e se não ‘vai’ numa primeira impressão, não serve…Tipo criança experimentando comida pela primeira vez?! Mal sentiu o gosto e já diz que não gostou?! Muito julgamento numa tacada só…

E a parte que mais me assusta é que este modo de tratamento parece ter-se estendido às relações entre pessoas, pessoas tratando pessoas como coisas, baseando-se na utilidade delas ou no benefício imediato que proporcionam… Acho isso triste…

Bem triste…

Fiquei com isso na cabeça, analisando as ideias. Mas depois joguei pro coração porque ele SEMPRE dá um toque lindo e amoroso em tudo…

Percebi que eu mesma também estava fazendo um julgamento…É bem difícil isso, não julgar! É um exercício diário e constante que dá muito trabalho mas VALE À PENA, pelo menos pra mim. 😉

Torna-se mais fácil entender o outro e perceber que cada um dá/oferece o que pode – não dá para saber baseado em que medos, traumas, inseguranças, etc o outro está agindo…(mas também não é legal usar essas emoções para justificar atitudes e se tornar vitima eterna)… Dá possibilidades! Possibilidade de, talvez, quando cada um de nós perceber o que está dando (ou recebendo), nos tornemos capazes de dar algo melhor para os demais, mas não só, para nós também… Já diziam meus pais e avós que a gente recebe o que dá, ou colhe o que planta… Que flores plantaremos hoje?!

ADORO FLOR DE AMOR! ❤

Amor e Luz para todos, onde quer que estejam!

Beijo no heart!

Tati

Deconstructing, a continuous life’s piece of work…/ Desconstruir, um contínuo trabalho de vida….

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(Eu deixo ir aquilo que não mais me serve. Eu o libero para criar espaço para o que me inspira)

At the age of 17, I started facing the concept of Ahimsa, the yogic concept of non-violence, although not with that name, which I just learned a few years later.

You know, I used to be an athlete! A good one, very disciplined, focused and, you bet, very competitive! I wanted to be perfect, the best and besides being very talented at what I did, I really loved that sport. It was Figure skating by the way. 😉

I trained and compete for some years, had a nice routine for a pre teen and teenager, had friends, and a few championships a year to participate; and without putting aside, lots of competition between girls and not to mention, gossiping.

I used to love all that, when suddenly, at 17, after a championship, I realized I didn’t want any of that anymore…it just didn’t make any sense to me anymore. I found out that even though sports can bring and teach us some good stuff, it can also bring the worst in us, especially in competitions…

So… I decided to quit! Quitting was very hard, I missed that a lot, I couldn’t even watch tournaments on TV, but I felt deep inside I was doing the right thing, for ME.

A few years passed and even though I still missed that, it wasn’t so intense, and I had started practicing other sports (no competition), and I had met ‘Asana practice’ (it was called Yoga). But I was still trying to compete, to win, to be the best to myself, competing with myself…

A while later, I went deeper into that Asana practice and, (because I’m really curious) through reading, I found out about the whole concept of Yoga… and BAM…It got me hooked!

As soon as I started studying, I realized that I’d had a kind of wake up call when I was 17 and decided to stop competing. I learned about the yogic principle of non-violence, Ahimsa, which, summarizing, is about respecting all beings and forms of life as well as trying not to harm any of them. And I started deconstructing (consciously) the concept I had absorbed from my culture: It’s often said that you have to be better than others to achieve something; you have to be the best in order to ‘be someone’; that you have to overcome your limits and so on, but when we do that we put a lot of pressure on ourselves, and we become subject to lots of emotions based on the misconception we have that something is missing in us (insecurity, low self-esteem are just two among others). And I just noticed that it’s impossible to ‘evolve’ and be kind when we are pushing ourselves to/over the limits, when we are being violent with ourselves.

Collaborating with ourselves by recognizing and accepting our flaws and limitations so we can learn from them and transcend them is a much more positive way of being more at peace with ourselves, and so learning how to collaborate in a kind, non-violent way with other humans and beings (it also helps us to be more empathetic).

So, by seeing that, I think it’s really nice, kind and beautiful to talk about not harming other beings, other humans but I realized that to practice AHIMSA, we need to be kind to others, but we MUST be kind to ourselves too. AHIMSA starts with ME, with YOU.

Love and Light to all! ❤

Kiss on your heart!

Tati

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(I’m not here to compete, I’m here to add..) ❤

Aos 17 anos de idade eu comecei a lidar, de perto, com o conceito de Ahimsa, o conceito yoguico de não-violência, embora não com este nome, que aprendi alguns anos depois.

Sabe, eu era atleta! Uma boa atleta, muito disciplinada, focada e, pode apostar, muito competitiva! Eu queria ser perfeita, a melhor, e além de ser bastante talentosa no que fazia, eu amava aquele esporte de verdade. Aliás, o esporte era Patinação Artística. 😉

Eu treinei e competi por alguns anos, tinha uma rotina legal para uma pré adolescente e adolescente, tinha amigxs, e alguns campeonatos por ano para participar; e sem deixar de lado, tinha muita competição entre meninas, sem mencionar as fofocas.

Costumava amar tudo isso, quando de repente, aos 17, após uma competição, eu percebi que não queria mais aquilo… não fazia mais nenhum sentido para mim. Eu descobri que embora o esporte (competitivo) possa nos trazer e ensinar algumas coisas legais, ele também pode despertar o pior em nós, especialmente em competições…

Então… Eu decidi sair fora! Largar foi muito difícil, eu sentia muita falta, não podia nem ver torneios e apresentações na TV, mas sentia bem no fundo que estava fazendo a coisa certa, para MIM.

Alguns anos se passaram e embora eu ainda sentisse saudade, não era mais tão intenso, e eu já tinha começado a praticar vários outros esportes (sem competição), e já tinha conhecido a ‘prática de ásanas’ (era chamada de Yoga). Mas eu ainda tentava competir, ganhar, ser a melhor para mim, competindo comigo mesma…

Um tempo depois eu fui mais fundo na prática de ásanas e, (porque sou muito curiosa) através de leituras, fiquei sabendo sobre o conceito integral do Yoga, além das posturas… e voilà!… Me conquistou!

Assim que comecei a estudar, percebi que eu tinha tido uma espécie de ‘chamado’, um ‘acorda garota!’ quando tinha 17 e decidi parar de competir. Aprendi sobre o princípio da Não-violência, Ahimsa, que, resumindo, é sobre respeitar todos os seres e formas de vida assim como tentar não fazer mal a nenhum deles. E comecei a desconstruir (conscientemente) o conceito que absorvi da minha cultura: dizem(às vezes não explicitamente, basta ver os modelos) que você deve ser melhor que os outros para conquistar algo; que você deve ser o melhor para ‘ser alguém’; que você tem que ultrapassar seus limites e por aí vai, mas quando fazemos isso, colocamos enorme pressão sobre nós mesmos, e nos tornamos suscetíveis a várias emoções derivadas da ideia equivocada de que nos falta algo (insegurança, baixa estima são só duas dentres várias). E eu vi que é impossível ‘evoluir’ e ser bondosx quando estamos forçando a barra ou indo além dos limites, quando estamos sendo violentos conosco.

Colaborar conosco ao reconhecer e aceitar nossas falhas e limitações para que possamos aprender com eles e transcedê-los é um jeito bem mais positivo de estar mais em paz conosco, com quem somos, e então aprender como colaborar de um jeito bondoso, não-violento com outros humanos e seres (isto também nos ajuda a ser mais empáticos).

Então, sabendo isto, eu acho que é bem legal, bondoso e bonito falar sobre não ferir outros seres, outros humanos, mas percebi que para praticar AHIMSA, precisamos ser bondosxs com os outros sim, mas DEVEMOS ser bondosxs conosco também. AHIMSA começa em MIM, em VOCÊ.

Amor e Luz para todos! ❤

Beijo no heart!

Tati

ÀS VEZES, A ÚLTIMA COISA QUE ESTAMOS SEGUINDO É O NOSSO CORAÇÃO / SOMETIMES, THE LAST THING WE’RE FOLLOWING IS OUR HEARTS

Sabemos que devíamos estar seguindo nossos corações.

Nós sabemos o que nos apaixona e o que adoraríamos fazer. Mas não estamos fazendo.

Por que?

Bem, porque desde pequenos, somos ensinados que nosso valor é baseado naquilo que alcançamos – nossas notas, se fazemos ou não parte do time de futebol, ou o quão rápido somos convidadxs para a festa/baile da escola.

Nos ensinam que só temos valor se ou quando vencemos. Nós começamos a achar que o amor que podemos receber é proporcional ao quanto podemos conquistar. (Eu chamo isto de ‘armadilha da conquista’). Começamos a criar objetivos para nós mesmos, não baseados em nossos sonhos verdadeiros, mas naquilo que achamos que nos fará ser amados. E nos estressamos com estes objetivos, achando que se falharmos, não seremos amados, ou deixarão de nos amar.

É aqui que silenciamos nossos corações.

Começamos nos focando tanto nesses objetivos inautênticos que esquecemos os nossos verdadeiros sonhos.

Então, uma vez que nos vemos a caminho de criar o trabalho da nossa vida, ficamos nervosos, amedrontados, e queremos tentar evitá-lo a qualquer custo.

Somos bem treinados em ganhar validação social. É uma fórmula simples: conquista e entorpecimento, conquista e entorpecimento, conquista e entorpecimento. Você sabe como funciona – aparece para trabalhar de manhã cedo, fica até tarde, e depois vai se embebedar todo fim de semana.

Então, e sobre seguir nossos corações?

Uou! É quando nos acerta – nós nunca fomos ensinados a fazer isso! Estamos querendo abrir aquele negócio, viajar o mundo, mudar para Hollywood, ou se inscrever naquele programa de Pós Doutorado, mas simplesmente não temos certeza. Isso nos assusta para çar$#%@!

Então como tomamos atitude?

A primeira coisa é ver além do mito “Siga seu coração!”

Você não odeia quando algum tagarela diz isso para você? Pensamos conosco: “Tá certo – deixa-me seguir então! Vou deixar meu trabalho confortável, ficar quebrado, e parecer um idiota para todo mundo!”

Bem, eu odeio ter que te dizer isso, mas na verdade… esse é meio que o ponto. Seguir o coração é para ser desafiador! É para te fazer surtar sobre largar o trabalho, parecer estúpido e ter que desapontar sua família.

É onde o crescimento está.

Seguir nossos corações é como fazer um curso de trabalho interior de obstáculo. É como uma malhação de transformação – nosso coração é o melhor personal trainer. Ele sabe exatamente o que precisamos fazer para ficarmos mais fortes.

Escutar nosso coração requer que nos desapeguemos do que nosso ego quer para ter validação, aceitação.

Essa é a jornada do herói. Parte desse caminho é sentir-se perdidx. Sozinhx. Assustadx. Rejeitadx. Como um fracasso. Confusx.

Então escutem, sonhadores: Se estão dizendo a si mesmos que não ficar tão entusiasmados com um sonho, uma visão, uma paixão, ou um objetivo porque pode ser que não funcione, então vocês estão entendendo tudo errado!

O ponto de um objetivo de alma não é alcançá-lo – é sobre o jeito que ele te faz sentir-se no momento em que se compromete com ele. O jeito como te ilumina e te inspira, e te infunde paixão e vitalidade. É o jeito como altera sua experiência de vida e sua experiência de você mesmo.

O objetivo não é preenchido somente se e quando você cruza a linha de chegada, leva para casa o cheque, ou é publicado. Ele é completado em cada momento em que você deixa que suas ações sejam influenciadas por inspiração, pelo que você realmente quer. A questão dos objetivos de alma não é para que adquiramos coisas, como dinheiro, fama, validação, popularidade, ou sucesso. O objetivo é só uma desculpa para seguir um sagrado caminho interno de confiança em nós mesmos, seguindo nossos corações, aprendendo a merecer fazer o que amamos, e nos aceitarmos depois de um fracasso ou rejeição. Então se permita entusiasmar-se.

Se permita sentir o quanto você quer isso.

Sinta o medo disso poder não dar certo.

Não amorteça a plenitude do desejo do seu coração. Não importa se vai dar certo ou não – a única coisa que importa é que você confie no seu coração e vá atrás dele. Quando perceber que quem você é não é verdadeiramente afetado pelo medo, dúvida, insegurança ou incerteza, você tem uma escolha. Você pode continuar seguindo a estrada em que esteve, ou você pode mudar. Você pode encarar essas coisas de frente em vez de evitá-las. O poder está nas suas mãos.

Na viagem do herói, há muitas paradas onde você pode querer recuar. Na verdade, faria sentido se você abrisse mão dos seus sonhos aqui, e simplesmente desistisse. Mas esse não é você – seu coração está te dizendo algo bem diferente. Então não escolha seguir seu coração, achando que tudo será como borboletas e arco-íris. Não, não.

Vai ser bizarramente difícil.

Mas é como levantar pesos – se não é difícil, então não te fortalece.

Então aperte o cinto. Vai ser uma viagem muito instável, esburacada, mas que vale a pena!

Author: Brandilyn Tebo (traduzido por mim ❤ )

E aê? tudo bem? 😉

Mais um textinho interessante e, talvez, inspirador para alguns (espero que sim <3)! Espero que desperte o que você tem de melhor, para sua vida e para o mundo, pois fará diferença! Quanto mais motivado você está pelo Amor, mais corajosa e livre será sua ação.

Bom restinho de semana para todos!

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(Não seja bondoso somente com os outros, seja bom com você também. )

We know that we should be following our hearts.

We know what we’re passionate about and what we would love to do. But we’re not doing it.

Why?

Well, because from an early age, we are taught that our value is based on what we achieve—our grades, whether or not we make the soccer team, or how quickly we get asked out for the school dance.

We are taught that we are only worthy if and when we win. We begin to think that the love we can receive is proportional to how much we can accomplish. (I call it “the achievement trap.”) We begin creating goals for ourselves, not based on our real dreams, but on what we think will make us lovable. And then we stress out about those goals, thinking that if we fail, we become unloved.

This is when we silence our hearts.

We begin focusing so much on these inauthentic goals that we forget about our real dreams.

So once we find ourselves on the path toward creating our life’s work, we get nervous, we get scared, and we want to try to avoid it all costs.

We are well-practiced at getting social validation. It’s a simple formula: achieve and numb, achieve and numb. You know how it goes—show up to work early in the morning, stay late, and then go get drunk every weekend.

So what about following our hearts?

Whoa! That’s when it hits us—-we’ve never really been taught how to do that.

We’ve been wanting to launch that business, travel the world, move to Hollywood, or apply for that Ph.D. program, but we just aren’t sure. It freaks us out!

So how do we take action?

The first thing is to see past the myth of “Follow your heart!”

Don’t you kind of hate when some overly chipper person says that to you? We think to ourselves: Yeah okay—let me just do that! I’ll leave my cushy job, go totally broke, and look like an idiot in front of everyone!

Well, I hate to break it to you, but actually…that’s kind of the point. Following your heart is supposed to be confronting!

It’s supposed to make you freak out over quitting your job, looking stupid, and having to disappoint your family.

That’s where the growth is.

Following our hearts is like doing an inner work obstacle course. It’s like a transformational workout—our heart is the best personal trainer ever. It knows exactly what we need to do in order to get stronger.

Listening to our heart requires continually letting going of our ego need for validation.

This is the hero’s journey. Part of that path is feeling lost. Alone. Scared. Rejected. Like a failure. Confused.

So listen up, dreamers: If you are telling yourself that you shouldn’t get too excited about a dream, a vision, a passion, or a goal because it might not work out, then you’re missing the entire point!

The point of a soul goal is not to achieve it—it’s about the way it makes you feel the moment that you commit to it. The way that it lights you up and inspires you and infuses you with passion and vitality. It is the way it alters your experience of life and your experience of yourself.

The goal isn’t only fulfilled if and when you cross the finish line, take home the check, or get published. It is fulfilled in every moment that you let your actions be influenced by inspiration, by what you really want.

The point of soul goals is not so that we can acquire things, like money, fame, validation, popularity, or success. The goal is just an excuse to go on a sacred, inward journey of trusting ourselves, following our hearts, learning to deserve doing what we love, and accepting ourselves after failure and rejection.

So let yourself get excited.

Let yourself feel how badly you want it.

Feel the fear of it not working out.

Don’t deaden the fullness of your heart’s desire. It doesn’t matter if it works out or not—the only thing that matters is that you trust your heart and go for it.

When you realize that who you are is not truly affected by fear, doubt, insecurity, or uncertainty, you have a choice. You can keep going down the road you’ve been on, or you can change. You can face those things head on rather than avoiding them.

The power is in your hands.

On the hero’s journey, there are many points where you may want to turn back. In fact, it would make sense if you gave up on your dreams here and just quit. But that’s not you—your heart is telling you something much different. So don’t choose to follow your heart, thinking it’s going to be all rainbows and butterflies.

Oh no.

It’s going to be really freaking hard.

But it’s like lifting weights—if it’s not hard, then you’re not getting stronger.

So buckle up. It’s gonna be a very bumpy, well-worth it ride.

Author: Brandilyn Tebo

Another interesting, and maybe, for some, inspiring text ( I hope so <3)! I hope it awakens the best in you, for your life and for the world, because it makes a difference! The more you are motivated by Love, the more fearless and free your action will be.

Have a nice end of week!

 

HOJE EU ME LEMBREI…

Oie! Como vocês estão? Sei que estamos passando por um período meio estranho, turbulento, em que muitas coisas ruins estão vindo à tona, mas também muitas lindezas estão sendo criadas, novas formas de se relacionar, de trabalhar, de colaborar… é lento? é sim! Mas não deixa de ser lindo e espero que transformador, porque nosso mundo tá precisando… Bom, espero que estejam bem! 😉

Recebi esse lindo poema, que põe em palavras uma sabedoria amorosa que gostaria muito que se espalhasse como pólen pelos jardins de cada habitante deste planeta, nesta jornada humana, para então florescer de formas diversas e nem por isso menos lindas!!

Amor e Luz!! ❤

Tati

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Hoje eu me lembrei…

Que não sou branco, negro, amarelo ou vermelho.

Eu sou um cidadão do universo, no momento, estagiando como ser humano na escola terrestre.

 

Hoje eu me lembrei…

Que não sou homem ou mulher, nem alto ou baixo.

Eu sou uma consciência oriunda do plano extrafísico, uma centelha vital do Todo que está em tudo!

 

Hoje eu me lembrei…

Que tenho a cor da Luz, pois vim lá das estrelas.

E eu sei que o meu tempo aqui na Terra é valioso para minha evolução.

 

Hoje eu me lembrei…

Que não há nenhuma religião acima da verdade.

E que o Divino pode se manifestar em miríades de formas diferentes.

 

Hoje eu me lembrei…

Que só se escuta a música das esferas com o coração.

E que nada pode me separar do “Amor Maior Que Governa a Existência”.

 

Hoje eu me lembrei…

Que espiritualidade não é um lugar, ou grupo ou doutrina.

Na verdade, é um estado de consciência do Ser.

 

Hoje eu me lembrei…

Que ninguém compra Discernimento ou Amor.

E que não há progresso consciencial verdadeiro se não houver esforço na jornada de cada um.

 

Hoje eu me lembrei…

Que o dia em que nasci não foi feriado na Terra.

E no dia em que eu partir, também não será!

 

Hoje eu me lembrei…

Que tudo aquilo que eu penso e sinto se reflete na minha aura.

E que minhas energias me revelam por inteiro (logo, preciso crescer muito, para melhorar a Luz em mim).

 

Hoje eu me lembrei…

Que não vim de férias para o mundo.

Na verdade, vim para aprender e trabalhar (e também para vencer a mim mesmo nas lides da vida).

 

Hoje eu me lembrei…

Que não sou o centro do universo e que, sem a Luz, eu não sou nada!

Sem Amor, o meu coração fica seco… e sem a espiritualidade, o meu viver perde o sentido.

 

Hoje eu me lembrei…

Que os guias espirituais não são minhas babás extrafísicas.

Eles são meus amigos de fé e trabalho… e, sem eles, eu estaria frito!

 

Hoje eu me lembrei…

Que ninguém sabe tudo e que conhecimento não é sabedoria.

Todos nós somos professores e alunos uns dos outros (e, acima de tudo, o Mestre de todos, o Grande Arquiteto Do Universo).

 

Hoje eu me lembrei…

Que não nasço nem morro, só entro e saio dos corpos perecíveis ao longo da evolução.

Não posso ser enterrado ou cremado, pois sou um espírito (ah, eu sou sim!).

 

Hoje eu me lembrei…

Que viver não é só para comer, beber, dormir, copular e morrer sem sentido algum.

Viver é muito mais: é também pensar, sentir e viajar de estrela em estrela, sempre aprendendo.

 

Hoje eu me lembrei…

Que de nada vale a uma pessoa ganhar o mundo se ela perder sua alma.

E que o mal que me faz mal, não é o mal que me fazem, mas, sim, o mal que eu acalento em meu coração.

 

Hoje eu me lembrei…

Que eu sou mestre de nada e discípulo de coisa alguma.

E que eu e vocês, somos todos um!

 

*Hoje eu me lembrei…*

*Que, sem Amor, ninguém segue.*

*E que o meu mantra se resume numa só palavra: Gratidão!*

Autor desconhecido

P.S: Obrigada, leitor Carlos, pela informação, o poema é de Wagner Borges.

Por que nós ficamos em nossa zona de conforto (& como sair disso)./ Why we Stay in our Comfort Zone (& how to Break Out).

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Gosto muito dessa coisa de provocar reflexão e estimular conversas e trocas, então to postando mais um texto que achei interessante! Amor e Luz ‘procês’ todxs! 😉

Taoísmo nos ensina como abraçar a mudança.

Seja um término, o desencanar de um primeiro amor, o dar boas vindas a um novo presidente, o ficar nervoso com uma pane elétrica, ou com um pneu furado – nós adoramos odiar a mudança.

Todos nós queremos que as coisas com as quais contamos em nossas vidas diárias permaneçam as mesmas – porque quando as coisas permanecem iguais, estamos confortáveis. Ficamos confortáveis com o saber, e desconfortáveis com o não saber.

Esse anseio por conforto surge, em termos de evolução, como um mecanismo de sobrevivência – as coisas que sabíamos, nos mantinha vivos. Na maior parte da história humana, saber onde ir por comida, que frutos são comestíveis, e por onde circulam as onças era crucial para nossa sobrevivência como espécie. É por isso que desenvolvemos maus hábitos.

Por quê? Porque há um conforto na mesmice, mesmo quando vemos como nossos hábitos nos fazem mal. Nós sabemos que nos mantermos com nossos vícios de escolha nos dará um certo tipo de experiência, e saber que sempre podemos voltar a experiência que conhecemos é tranquilizador. Mudança representa o desconhecido. O desconhecido pode ser bem assustador por não sabermos o que vai acontecer. Queremos controlar nossos riscos – e queremos garantir resultados positivos.

Por um lado, essa tendência faz sentido, mas o que geralmente acontece é que ficamos tão presos a essa realidade do conhecido que nos fechamos para o desenrolar natural da vida. Perceba, a mudança é intrínseca à fábrica da nossa existência. Tudo muda, e tudo morre. Quando a gente tenta evitar essa verdade, nos colocamos em confusão. Saímos do alinhamento com o Universo quando tentamos controlar tudo para que tudo fique do mesmo jeito.

Se eu tivesse algo próximo a uma crença religiosa, seria algo seguindo a linha do Taoísmo: a ideia de que há um equilíbrio entre forças opostas em tudo, desde a natureza até a concepção humana, e essa harmonia é encontrada na linha entre os opostos. Quando paramos de nos identificar com um ou outro oposto, somos capazes de fluir entre eles sem esforço e com uma ‘finesse’ poderosa.

É quando nos alinhamos com o Universo.

Nós precisamos que certas coisas estejam em ordem para sabermos o que está acontecendo, e precisamos que algumas mudem para que possamos evoluir e crescer. Vejo pessoas acostumadas à mesmice que não suportam qualquer tipo de mudança. E também conheci algumas que são tão contra às coisas ficarem na mesma que forçam a si mesmos a um fluxo constante, e como resultado tem pouco senso de responsabilidade pelos que estão ao seu redor.

Creio que devemos abraçar a mudança para que possamos continuamente nos desenvolver e não ficar presos em padrões negativos, mas também manter um senso de mesmice e ‘normalidade’ de forma que nos mantenhamos organizados e orientados. Parece, no entanto, que pessoas mais jovens são mais inclinadas a resistir à mesmice, enquanto que as mais velhas tendem a resistir mais à mudança. É por isso que os mais jovens tendem a ser mais liberais e os mais velhos, mais conservativos.

Essa, na verdade, é uma diferença fundamental entre liberalismo e conservadorismo; liberalismo mantém a sociedade aberta à mudança enquanto o conservadorismo tenta manter suas estruturas. Da mesma forma que a sociedade, um indivíduo deve atingir um equilíbrio ao abraçar a mudança e algumas das velhas estruturas para viver da forma mais significativa e completa. A mudança é parte natural da vida, mas também é importante honrar nossas partes que querem manter as coisas na mesma, porque isso é um aspecto essencial de quem somos.

Auto-consciência é importante para aprimorar esse equilíbrio. Quanto mais capazes formos de olhar verdadeiramente para nós mesmos, observando o que acontece dentro de nós sem o ego a bagunçar a cabeça, melhor noção teremos, do que precisamos. Às vezes precisamos de mais ordem, e às vezes, de mais caos. Só podemos achar equilíbrio se soubermos o que necessitamos.

É um sentimento. Se nos sentimos presos, então fazemos algo espontâneo. Se instável, achamos algo consistente. Introduza o oposto para achar o equilíbrio. A Vida é uma ação constante de equilibrar; um ajustamento perpétuo. Quando achamos que encontramos o jeito ‘certo’ de ser, o Universo vem e nos dá um tapa na cara. É dinâmico demais para prevermos, por isso necessitamos estar sempre bem antenados em como nos movemos no mundo.

Busca-se o Equilíbrio através da auto-consciência e introdução dos opostos.

Author: Samuel Kronen (traduzido e adaptado por mim.. 😉 )

Beijo no heart! Uma linda semana! ❤

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Daoism teaches us how to embrace change.

Whether it’s a break-up, letting go of a first love, welcoming a new president, getting angry about an electrical outage, or a flat tire—we love to hate change.

We all want the things we count on in our daily lives to stay the same—because when things stay the same, we’re comfortable. We are comfortable with knowing, and less comfortable with not knowing.

This longing for comfort came into being evolutionarily as a survival mechanism—the things we knew kept us alive. For much of human history, knowing where to forage for food, what berries were safely edible, and where the jaguars hung out were critical to our survival as a species.

This is why we develop bad habits.

Why? Because there’s a comfort in sameness, even when we see how our habits are harming us. We know that engaging in our vice of choice will give us a certain kind of experience, and knowing we can always track back to that experience is reassuring.

Change represents the unknown. The unknown can be pretty scary because we don’t know what will happen. We want to control our risks—we want to ensure a positive result.

In a way, that tendency makes sense, but what often happens is that we become so stuck in the realm of the known that we shut ourselves off from the natural unfolding of life.

You see, change is embedded in the very fabric of our existence. Everything changes, and everything dies. When we attempt to avoid this truth, we run into trouble. We get out of alignment with the universe when we attempt to control everything by keeping them the same.

If I have anything close to a religious belief, it would be along the lines of Daoism: the idea that there is a balance between opposite forces in everything from nature to human conception, and that harmony is found on the border between opposites. When we cease to identify as one opposite or the other, we are able to flow between them with an effortless and powerful finesse.

This is when we align with the universe.

We need certain things to stay the same in order to know what’s going on, and we need certain things to change so we can evolve and grow.

I see people who are so used to sameness that they can’t stand any sort of change. I have also met a few people who are so opposed to things staying the same that they force themselves into a constant state of flux, and as a result feel little sense of responsibility for those around them.

I think we should embrace change so we can continually develop ourselves and not get stuck in negative patterns, but also to maintain a sense of sameness and normality so we remain organized and oriented.

It seems as though younger people are more keen on resisting sameness, whereas older people tend to be more keen resisting change. This is why younger people are more likely to be liberal and older people are more likely to be conservative.

This is actually the fundamental difference between liberalism and conservatism; liberalism keeps society open to change while conservatism attempts to maintain its structures.

As it is with society, an individual must strike a balance between embracing change and holding onto the old ways to live the most meaningful and fulfilling life.

Change is a natural part of life, but it is also important to honor the parts of ourselves that want to keep things the same, because it is an essential aspect of who we are.

Self-awareness is important in honing this balance. The more capable we are at truly looking at ourselves, observing what is happening within us without the ego rearing its ugly head, then we will have a better sense of what we need. Sometimes we need more order, and sometimes we need more chaos. We can only find balance if we know what we need.

It is a feeling. If we feel stuck, then do something spontaneous. If we feel unstable, then find something consistent. Introduce the opposite in order to find balance. Life is a constant balancing act; a perpetual adjustment. When we think we have found the right way to be, the universe smacks us in the face. It’s far too dynamic to anticipate, so we must always be fine-tuning how we move through the world.

Balance is pursued through self-awareness and the introducing of opposites.

Author: Samuel Kronen

Aos homens extraordinários: Nós vemos vocês/ To the extraordinary men: We see you

Quem me conhece sabe que me mantenho ocupada desmantelando o patriarcado em qualquer oportunidade.

Dito isto, não espere que eu comece dizendo algo sobre como eu sinto muito pelos homens e como eles conseguiram uma reputação tão ruim. Às vezes esta má reputação é amplamente merecida – e nem me faça começar a falar sobre misoginia ou cultura de estupro ou das enormes desigualdades de gênero que são claras para quem quer que esteja prestando atenção.

Agora que tiramos este detalhe do caminho (meu aviso, se assim desejar), posso dizer isto: Há homens extraordinários neste mundo!

Não apenas sabemos que eles estão por aí, nós os vemos em nossas vidas. Vemos. E quando reclamamos dos homens em geral, nós não falamos de você. Mas você já sabe disso, porque não é a sua fragilidade gritando, ‘Mas nem todo homem!’. Você nunca diria isso porque você sabe que não queríamos dizer ‘todos os homens.’ Nós queremos dizer ‘a maioria dos homens.’ A maioria, não o extraordinário. Nós sabemos que há outros homens extraordinários por aí, assim como você.

Nós apreciamos o fato de você não se intimidar com a força das mulheres. Você não se sente inseguro com a nossa educação, carreiras, ou escolhas. Você reconhece nossas conquistas e as respeita. Mas denovo, você só nos respeita – não porque somos o ‘sexo frágil’ ou ‘frágeis’, mas porque nos reconhece como seres humanos iguais.

Nós apreciamos o fato de você não pensar que trabalho doméstico ou cuidado das crianças são só uma ‘ajuda’ ou ‘babysitting’, mas simplesmente uma parte da sua responsabilidade como membro da casa ou pai. Você o faz sem esperar agradecimento ou reconhecimento porque é simplesmente o que pessoas responsáveis e maduras fazem.

Nós vemos você.

Nós o apreciamos por não nos cantar ou tocar sem nosso consentimento. Nós apreciamos quando consentimento é igualmente importante para você. Apreciamos quando nos respeita quando dizemos ‘não’. Nós apreciamos o fato de não nos chamar de piranhas ou púdicas. Apreciamos que você respeite nossos corpos como sendo nossos e não tente controlar ou julgar nossas escolhas. Nós apreciamos que você não fique calado durantes aquelas ‘conversas de vestiário’. Você confronta essas atitudes e escolhe não perder seu tempo com pessoas que promovem a cultura do estupro. Você nunca, nunca, diz algo que possa ser interpretado como ‘conversa de vestiário’ porque você realmente respeita as mulheres.

Nós apreciamos quando você se identifica como um feminista e usa sua própria voz para gerar mudança. Sua masculinidade não é ameaçada pelo feminismo porque você entende que igualdade de gênero nos ajuda a todos. Não tira nada de você ou de qualquer outro homem quando mulheres tem tratamento justo e igual. Você entende isto, e nós aplaudimos.

Nós apreciamos que você ainda abra portas e mostre cortesia. Apreciamos que mantenha sua palavra e não tente fingir ser alguém que não é. Nós amamos sua autenticidade e sua recusa em tratar relacionamentos como um jogo.

Nós apreciamos quando você nos diz que somo lindas – não só quando estamos vestidas pra noitada com cabelo perfeito e maquiagem profissionalmente aplicada. Não, você diz que somos lindas quando estamos exaustas depois de uma longa noite com nossos(as) filhos(as) ou quando estamos doentes. Nós amamos que você aprecie quem somos e o que fazemos e não tem medo de dizer isso. Nós apreciamos que dê valor a nossa felicidade da mesma forma que a sua.

Apreciamos o fato de você não tentar nos mudar. Nós não somos ‘demais’ ou ‘não o suficiente’ para você; somos perfeitas do jeito que somos, defeitos e tudo. Nós amamos que você se divirta com nossas similaridades e celebre nossas diferenças.

Nós apreciamos que você nos toque. Oh, não somente nossos corpos (apesar de, claro, adorarmos isso), mas você também toca nossos corações e mentes. Você se conecta conosco em níveis mais profundos do que só o físico porque você não teme, nem um pouco, a intimidade. Nós amamos que você nos olhe nos olhos e escute. Nós vemos você e o apreciamos porque sabemos que você nos vê e aprecia da mesma forma.

Nós apreciamos os homens extraordinários deste mundo. Nós vemos você e reconhecemos seu valor, mesmo que o resto negligencie, ridicularize ou não compreenda isto.

Saiba que você é notado.

Saiba que é apreciado.

E saiba que os corações certos o reconhecerão pelo homem extraordinário que é.

Author: Crystal Jackson (traduzido por mim 😉 )

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Anyone who knows me knows that I’m busy dismantling the patriarchy at every opportunity.

That said, don’t expect me to start in saying something about how sorry I feel for men and how they get such a bad rap. Sometimes that bad rap is richly deserved—and don’t even get me started on misogyny or rape culture or the massive gender inequities that are clear to anyone who’s paying attention.

Now that we’ve gotten that out of the way (my disclaimer, if you will), I can say this: There are extraordinary men in this world.

Not only do we know they are out there, we see them in our own lives. We do. And when we complain about men in general, we don’t mean you. But you already know that, because it’s not your fragility shouting, “But not all men!” You would never say that because you know that we didn’t mean “all men.” We meant “most men.” The majority, not the extraordinary. We know there are other extraordinary men out there, just like you.

We appreciate how you aren’t intimidated by the strength of women. You don’t feel insecure about our education, careers, or choices. You recognize our accomplishments and respect them. But then again, you just respect us—not because we’re the “weaker sex” or “fragile,” but because you recognize us as equal human beings.

We appreciate that you don’t think housework or childcare is just “helping out” or “babysitting,” but simply a part of your responsibility as a household member or parent. You do it without expecting thanks or acknowledgement because it’s just what responsible, mature people do.

We see you.

We appreciate that you don’t catcall or touch us without our consent. We appreciate that consent is equally important to you. We appreciate that you respect us when we say “no.” We appreciate that you don’t slut shame us or call us prudes. We appreciate that you respect our bodies as being our own and don’t try to control or judge our choices.

We appreciate that you don’t stay silent around “locker room talk.” You confront these attitudes and choose not to spend time with people who promote rape culture. You never, ever, say anything that could be construed as “locker room talk” because you actually respect women.

We appreciate when you identify as feminist and use your own voice to create change. Your masculinity isn’t threatened by feminism because you understand that gender equity helps us all. It doesn’t take anything away from you or any other man when women are given fair and equal treatment. You understand this, and we applaud you.

We appreciate that you still open doors and show courtesy. We appreciate that you keep your word and don’t try to pretend to be someone you’re not. We love your authenticity and your refusal to treat relationships as a game.

We appreciate when you tell us we’re beautiful—not just when we’re dressed up for a night out with perfect hair and expertly applied makeup. No, you tell us we’re beautiful when we’re exhausted after a long night with our kids or when we’re sick. We love that you appreciate who we are and what we do and aren’t afraid to tell us. We appreciate that you value our happiness as much as your own.

We appreciate that you don’t try to change us. We’re not too much or not enough for you; we’re perfect just the way we are, flaws and all. We love that you enjoy our similarities and celebrate our differences.

We appreciate that you touch us. Oh, not just our bodies (though of course we love that), but you also touch our hearts and our minds. You connect with us on deeper levels than just the physical because you’re not at all afraid of intimacy. We love that you look us in the eyes and listen.

We see you and appreciate you because we know that you see and appreciate us as well.

We appreciate the extraordinary men of this world. We see you and recognize your value, even if the rest overlook it or ridicule it or misunderstand it.

Know you are seen.

Know you’re appreciated.

And know that the right hearts will recognize you for the extraordinary men that you are.

Author: Crystal Jackson

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SER (OU NÃO SER) DEMAIS: um guia para SER diariamente/ TO BE (OR NOT TO BE) AWESOME: a guide to Daily BEING

Espero que gostem tanto do texto quanto eu… e que, claro, traga reflexões ótimas e agregagadoras! _/\_

“Eu sou F*&%! Não…Sou F*&% demais!”

É a nova afirmação, do momento – e quem não a adora? Somos todos “F*&%s.”

Nós entoamos isso em aulas de meditação e yoga. Fazemos disso um ritual matutino para nos lembrarmos. Muitos colocaram isso em canecas e camisetas. Sim, eu estava sentindo isso – até que um dia a flecha do pensamento crítico estourou minha bolha de felicidade. De repente, eu não estava me sentindo tão ‘demais’.

Eu entendo. Em nosso jeito único, somos todos ‘demais’. Todos nós temos talentos para compartilhar com o mundo. Esta é a premissa; porém, em minha mente analítica, eu tinha que achar falha. Bem, nem é tanta culpa, na realidade.

“Ah, M*^#$, a realidade,” você diz. “Esqueci da realidade.”

Meu primeiro mergulho para a extinção das chamas do nosso ‘sentir-se demais’ foi a consciência a respeito da nossa sociedade. Nós vivemos em uma cultura que julga valor próprio nas mídias sociais – quantos amigos temos, ou quantos likes e compartilhamentos nossas postagens recebem.

Me fez pensar: Existem pessoas mais ‘demais’ do que outras? Como podemos nos ‘sentir demais’, quando – em alguns casos – a maioria do mundo nos ignora; enquanto outros estão arrebentando em ‘ser o máximo’? Quais são as medidas para ‘ser o máximo’, e como se quantifica isso? Sim, eu sei. Eu realmente preciso parar de pensar. Estou sendo uma ‘estraga prazeres’.

Mas aqui vai até onde cheguei. Há dias em que eu me sinto demais – eu acordo, olho para mim no espelho, e digo, “Putz, sou F*&%!” – e acredito estar sintonizando meu Stuart Smalley interno (para aqueles com idade o suficiente para entender minha comparação). E então há dias em que eu mal posso olhar para mim mesma. Me sinto em desacordo com todo mundo. Nestes dias, estou longe de ser F*&%. Eu sou a mais negativa das bobas – embora, na maioria dos dias, eu seja a temida palavra: ‘média’, comum. Ah não! Ela disse a palavra feia: ‘média’. Eu sei, eu também a detesto. Mediocridade tem sido a desgraça da minha existência. Eu odeio me sentir e pensar que ‘tô na média’, sou comum. Quando descontruímos nossos sentimentos (se ousamos fazê-lo) estatisticamente, descobriremos que comumente, nos sentimos ‘na média’ – ou talvez ligeiramente acima ou abaixo.

Estamos satisfeitos com nossas vidas. Hooray! Eu tô na média!

A questão com o lema ou afirmação, ‘Tô na média’, é que não vende bem. É chato em canecas de café e nem um pouco inspirador em camisetas. Quem quer sair por aí promovendo sua ‘medianidade’?

No entanto, não há problema em ser mediano – na verdade, é um jeito da vida humana. Todos temos ‘defeitos’.

Sim, eu sei que é difícil admitir que não somos perfeitos – mas, somos todos perfeitamente imperfeitos. Enquanto frases são criadas para nos guiar para um estado mental mais positivo e eventualmente religar nosso processo do pensar para ter vidas melhores, eu afirmo que elas também nos fazem ter expectativas que podemos não preencher.

Nós simplesmente não somos ‘demais’ todos os momentos de todos os dias, não importa quantas vezes entoemos isso. Podemos nos convencer de que somos – mas depois, teremos um contratempo e nos rebaixaremos e repreenderemos por não sermos ‘o máximo’. Vê a espiral? É uma armadilha existencial.

Então, qual a solução para tudo isso? Ninguém quer acordar de manhã, olhar para si mesmo no espelho, e entoar, ‘Eu sou medianx.’

Assim, eu sugiro remover o adjetivo da expressão. Na real, tire todos os adjetivos de todas as expressões. A solução é não rotular ou definer quem somos, o que somos, ou como nos sentimos, desde que a vida nos foi dada para mudar a qualquer momento.

E, o que nos sobra?

“EU SOU.”

Simplicidade brilhante. ❤

Nós não temos que ser nada – e ainda assim, podemos ser tudo no momento presente. Não há auto-julgamento ou algo que nos prenda a qualquer padrão estabelecido. Nós apenas somos a qualquer momento, e está tudo bem!

Author: Jennifer Ott   (traduzido e adaptado por mim 😉 )

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(A light but very clear collage made by me… 😉 / Uma leve mas muita clara montagem feita por mim… : F*odam-se os estereótipos! 😉 )

 

“I’m awesome! No…I’m f*cking awesome!”

It’s the hot, new affirmation—and who doesn’t love it? We’re all “f*cking awesome.”

We chant this in meditation and yoga classes. We make it a morning ritual to remind ourselves. Many have put it on mugs and t-shirts.

Yes, I was feeling the awesome—until one day the arrow of critical thinking burst my bubble of bliss. Suddenly, I wasn’t feeling so awesome.

I get it. In our own unique way, we are all awesome. We all have talents to share with the world. This is the premise; yet, in my analytical mind, I had to find fault. Well, it’s not so much fault, as it is reality.

“Oh, sh*t, reality,” you say. “I forgot about reality.”

My first dive into extinguishing our flames of awesomeness was the awareness of our society. We live in a culture that judges self-worth on social media—how many friends we have, or how many likes and shares our posts receives.

It made me wonder: Are some people more awesome than others?

How can we feel awesome, when—in some cases—the world at large ignores us; whereas, others are ripping it up with their supreme awesomeness? What are the measurements of awesomeness, and how do we quantify it? Yes, I know. I really need to stop thinking. I’m being a buzzkill.

But here’s how I broke it down. There are days when I feel awesome—I wake up, look myself in the mirror, and say, “Gosh darn it, I’m awesome!”—and I believe I’m channeling my inner Stuart Smalley (for those old enough to get my comparison).

Then there are the days I can barely look at myself. I feel at odds with everyone in the world. On these particular days, I am far from being awesome. I am the worst of negative ninnies—however, most days, I am the dreaded word: average.

Oh snap! She said the dirty word, “average.” I know, I hate it too. Mediocrity has been the bane of my existence. I hate feeling and believing that I’m average. When we break down our feelings (if we dare to do so) statistically, we will find that on average, we feel average—or maybe slightly above or below.

We are content with our lives. Hooray! I am f*cking average!

The problem with the motto or affirmation, “I’m average,” is that it doesn’t sell well. It’s boring on coffee mugs and uninspiring on t-shirts. Who wants to go around promoting their averageness?

However, there is no shame in being average—in fact, it is a way of human life. We are all flawed.

Yes, I know it’s hard to admit we are not perfect—but, we are all perfectly imperfect. While affirmations are designed to guide us into a more positive state of mind and ultimately rewire our thinking process to achieve better lives, I contend that they also set us up with expectations we cannot fulfill.

We simply are not awesome every moment of every day, no matter how many times we chant it. We may convince ourselves we are—but then, we’ll have a setback, and we’ll demean and berate ourselves for not being awesome. See the spiral? It’s an existential trap.

So, what’s the key to all of this? No one wants to wake up in the morning, look themselves in the mirror, and chant, “I am average.”

So, I suggest removing the adjective in the sentence. In fact, remove all adjectives from all sentences. The key is not to label or define who we are, what we are, or how we feel, since life is given to change at any moment.

So, what are we left with?

“I am.”

Brilliant simplicity. ❤

“I am”—or maybe, “I f*cking am,” if you love using f-bomb emphasis as much as I do—frees us from any expectation.

We don’t have to be anything—and yet, we can be everything in the present moment. There is no self-judgement or holding ourselves up to any set standard. We just are at any given moment, and that’s okay.

Author: Jennifer Ott

Boa semana e beijo no heart! ❤

Have a good week and kiss on your heart! ❤